O MERCOSUL - Mercado Comum do Sul - é um bloco econômico criado em 1991, pela Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai baseado no Mercado Comum Europeu com o objetivo de reduzir ou eliminar impostos, proibições e restrições entre seus produtos. Em 2004, os países chamados andinos como o Chile, Bolívia, Equador, Colômbia e Peru se associaram ao MERCOSUL.
Em 2002, o MERCOSUL foi afetado pela situação econômica da Argentina, o que levantou grandes rumores acerca de uma possível relação com os Estados Unidos a fim de fragilizá-lo. Em 2004, a Argentina passou a ter atitudes contrárias às estabelecidas e assinadas no acordo fazendo com que a expansão do MERCOSUL fosse prejudicada e adiada.
Em 2005, a Venezuela buscou sua adesão ao acordo, mas teve que cumprir algumas exigências, como adotar a TEC – Tarifa Externa Comum. Esse acordo beneficiou as ligações comerciais e financeiras entre os países parceiros, já que houve implantação de indústrias filiais em países parceiros e ainda o grande crescimento turístico entre os mesmos.
O Brasil assumiu a liderança do bloco econômico e a Argentina assumiu a segunda colocação. O Brasil exporta, principalmente para os países parceiros, automóveis bem como suas peças de manutenção, bebidas, cigarros, café, açúcar, aparelhos eletrônicos, óleos e calçados.
FONTE:brasil escola
segunda-feira, 16 de junho de 2008
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Globalização produz desemprego e tem de mudar, diz OIT
Um novo estudo encomendado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) afirma que o atual modelo da globalização deve ser reformado urgentemente para atender melhor as necessidades das populações mais pobres.
O relatório, intitulado “Uma Globalização Justa: Criando Oportunidade para Todos”, diz que a globalização “pode e deve” mudar.
O documento é resultado de 26 diálogos realizados em mais de 20 países nos últimos dois anos pela chamada Comissão Mundial sobre a Dimensão Social da Globalização.
Fazem parte dessa comissão parlamentares, economistas e representantes de organizações não-governamentais de vários países. Entre os integrantes estão o Prêmio Nobel de Economia Joseph Stiglitz, a ex-primeira-dama do Brasil Ruth Cardoso, o ex-premiê italiano Giuliano Amato e o ex-presidente do Uruguai Júlio Sanguinetti.
América Latina
Na parte em que trata da América Latina, o documento afirma que os debates ocorridos nesta parte do mundo foram marcados por grande ceticismo com relação à capacidade da globalização trazer benefícios à região.
As críticas à globalização, argumentam os autores, foram potencializadas porque os diálogos latino-americanos aconteceram numa época em que o colapso da economia Argentina e o seu efeito sobre os países vizinhos faziam os governantes e sociedades civis latino-americanas duvidar dos benefícios da globalização.
No caso específico brasileiro, o relatório observa que “o diálogo no Brasil destacou a eliminação da fome, educação universal e trabalho decente como itens essenciais na nova agenda, para contrabalançar os aspectos comerciais, financeiros e tecnológicos que dominavam até agora".
FONTE:BBC Brasil
Um novo estudo encomendado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) afirma que o atual modelo da globalização deve ser reformado urgentemente para atender melhor as necessidades das populações mais pobres.
O relatório, intitulado “Uma Globalização Justa: Criando Oportunidade para Todos”, diz que a globalização “pode e deve” mudar.
O documento é resultado de 26 diálogos realizados em mais de 20 países nos últimos dois anos pela chamada Comissão Mundial sobre a Dimensão Social da Globalização.
Fazem parte dessa comissão parlamentares, economistas e representantes de organizações não-governamentais de vários países. Entre os integrantes estão o Prêmio Nobel de Economia Joseph Stiglitz, a ex-primeira-dama do Brasil Ruth Cardoso, o ex-premiê italiano Giuliano Amato e o ex-presidente do Uruguai Júlio Sanguinetti.
América Latina
Na parte em que trata da América Latina, o documento afirma que os debates ocorridos nesta parte do mundo foram marcados por grande ceticismo com relação à capacidade da globalização trazer benefícios à região.
As críticas à globalização, argumentam os autores, foram potencializadas porque os diálogos latino-americanos aconteceram numa época em que o colapso da economia Argentina e o seu efeito sobre os países vizinhos faziam os governantes e sociedades civis latino-americanas duvidar dos benefícios da globalização.
No caso específico brasileiro, o relatório observa que “o diálogo no Brasil destacou a eliminação da fome, educação universal e trabalho decente como itens essenciais na nova agenda, para contrabalançar os aspectos comerciais, financeiros e tecnológicos que dominavam até agora".
FONTE:BBC Brasil
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Teste
A Geografia é uma ciência que tem por objeto de estudo o espaço; não o espaço cartesiano, mas o espaço produzido através das relações entre o homem e o meio, envolvendo aspectos dialéticos e fenomenológicos. Para Vidal de La Blache Geografia é a Ciência dos Lugares, já Hartshorne diz ser a ciência da diferenciação de áreas.
A concepção dialética do espaço geográfico entende que a natureza humanizada influencia e é influenciada pela sociedade que produz e reproduz o seu espaço. Uma definição simples poderia ser: Geografia é o estudo da superfície terrestre e a distribuição espacial de fenômenos geográficos, frutos da relação recíproca entre homem e meio.
Fonte:Wikipedia
A concepção dialética do espaço geográfico entende que a natureza humanizada influencia e é influenciada pela sociedade que produz e reproduz o seu espaço. Uma definição simples poderia ser: Geografia é o estudo da superfície terrestre e a distribuição espacial de fenômenos geográficos, frutos da relação recíproca entre homem e meio.
Fonte:Wikipedia
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